domingo, 27 de junho de 2010

Mondial de soccer: la même passion, du Brésil à Québec

Nossa torcida foi publicada no jornal.
Nous sommes là...Vamos que vamos! Porque é muito bom fazer parte deste time!

Publié le 26 juin 2010 à 05h00 - Journal Le Soleil
Mondial de soccer: la même passion, du Brésil à Québec

« La clameur qui provenait du restaurant La Cage aux Sports à Laurier Québec, vendredi avant-midi, contrastait avec la tranquillité matinale du centre commercial. On aurait cru à un match de hockey en séries éliminatoires, mais c'était plutôt la grandissante communauté brésilienne de Québec qui était venue souligner l'affrontement Brésil-Portugal de la Coupe du monde.

Bien des curieux se sont attardés devant la vitrine pour observer les quelque 80 partisans vêtus de chandails jaune et vert qui suivaient avec passion les tribulations du ballon rond sur les écrans géants.

«C'est la troisième fois que nous sommes ici, et nous reviendrons lundi!» explique Pedro Simonard, par-dessus le tumulte des tambourins et des cris d'encouragement. Ses yeux ne quitteront jamais l'écran géant plus de deux secondes durant l'entrevue. «C'est notre sport national, au Brésil. Là-bas, tout le monde a congé quand il y a des matchs importants», raconte-t-il.

C'est pour récréer cette ambiance que l'Association des étudiants brésiliens de l'Université Laval, dont M. Simonard est vice-président, organise ces rencontres à La Cage aux Sports.

«C'est aussi une opportunité de s'insérer dans la culture québécoise et d'échanger, parce qu'il y a aussi des Québécois qui sont venus», précise Pedro Simonard.

Parce qu'au-delà des amateurs de soccer, il y a une autre réalité : celle des immigrants brésiliens qui sont de plus en plus nombreux à choisir la capitale pour construire une nouvelle vie. «Moi et ma famille, on est ici depuis presque trois ans», explique M. Simonard. «Quand nous sommes arrivés, en juillet 2007, il n'y avait pas beaucoup de Brésiliens. Maintenant, nous som-mes plus de 300», estime-t-il. »


quinta-feira, 13 de maio de 2010

Rivière-du-Loup ou Alberta?

Nao galera, nao estou me mudando para os lugares citados nao...
Acontece que quando fazia o curso de francês na universidade Laval, fiz minha inscriçao num programa que se chama Explore. Se trata de um programa que o etudante da universidade tem direito a se inscrever para estudar inglês ou francês em algum lugar do Canadá, como um intercâmbio. Recebe uma bolsa para pagar os custos do curso e da hospedagem (que pode ser em meio familiar ou nao, conforme nossa escolha), a passagem e os gastos pessoais ficam por conta do estudante. Quando estava no Brasil, li a respeito no blog da Chris, mas até entao achava que era só para estudar inglês. Até que um dia, umas das coordenadoras do programa entrou na sala fazendo propaganda e quase implorando para os alunos se escreverem para concorrer as bolsas de francês. Fui lá na salinha dela, tirei minhas dúvidas e perguntei tb se eu fizesse o de francês se depois eu nao poderia mais fazer o de inglês, ela disse q nao teria pb's, que eu poderia me inscrever no de inglês depois. Disse que eu deveria fazer a inscriçao e aguardar, já que era por sorteio mesmo e depois entao eu decidiria se poderia ou queria fazer o curso ou nao. Como nao tinha nada a perder, pq nem a incriçao para participar do sorteio era paga, lá fui eu. Só que eu já tinha até esquecido disso quando chegou uma carta dizendo do curso agora no começo de junho para a sessao d'été em Rivière-du-Loup. Ignorei a carta e hj recebi uma segunda opçao, agora me convidando para fazer um curso começando em julho em Alberta. Putz! Vida difícil essa a minha, né? hihihi
Porém, se fosse para estudar mais francês, eu iria para Rivière-du-Loup que é francófona e nao Alberta, que é anglófona. Embora eu seja doida pra conhecer Alberta...ai, ai, ai...rsrsrsrs
Enfim, apesar de todas as tentaçoes que estas oportunidades me proporcionariam, por motivos de forças maiores eu disse nao às duas. rsrsrs. Isso pq neste momento estou precisando de tempo para resolver outras coisinhas por aqui, que tb fazem parte de um objetivo maior para este ano. Como a vida é feita de escolhas, eu fiz a minha. Sem medo de ser feliz!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Copa do mundo à vista!

Para a satisfaçao de Dunga e insatisfaçao da maioria da naçao brasileira, a equipe da seleçao brasileira para a disputa da Copa do Mundo na Africa do Sul este ano, já está montada. Com a divulgaçao dos nomes dos felizardos ontem. Só vejo os milhoes de «técnicos» brasileiros reclamando dos escolhidos por Dunga, e como é a maioria que se queixa, acho q eles tem razao...rsrsrs. Na verdade, eu lamento só de nao ver o Adriano e o David Beckham jogar...huahauhua. Calma, gente! Sem me atirar pedras..rsrsr. Nao sou crítica de futebol e tenho certeza q o Rogério escreveria esse post melhor do que eu, se ele nao tivesse tanta preguiça de o fazer. Mas vim pra dizer que aqui no Canadá, na terra do hockey, nós brasucas, já começamos a especular como serao os jogos, horários, local pra assistir e torcer à la brésilien. Durante os jogos, aqui estaremos no verao, período de férias, férias até dos jogadores de hockey. Nao poderia ser mais perfeito para mudar o foco do quê torcer... Mas uma coisa é certa, infelizmente nao será «feriado» no dia dos jogos do Brasil...Droga!!! rsrsrs

Ha! Vejam só esse comercial da PEPSI, muito bom! Como sempre! Uma comédia!!!! rsrsrs


sábado, 1 de maio de 2010

Declaraçoes de rendas no QC

Aqui todos tem que fazer duas declaraçoes de impostos (a provincial e a federal) independente de sua renda no ano. No Brasil, eu sempre fazia a minha sem problemas, este ano inclusive eu enviei logo no começo do período. Agora tenho que me ocupar com a declaraçao de saída definitiva do Brasil, para nao ter mais o trabalho de ter que fazer uma declaraçao todo ano no Brasil.
No Canadá, se tinha algo que eu nao queria ter trabalho para fazer eram as declaraçoes de impostos daqui. Procurávamos um meio prático (contratando alguém pra fazer) e barato tb, já que vimos gente que cobrava de 20$ à 200$. Pode-se tb comprar o programinha e fazer a sua própria declaraçao em casa, mas como eu disse, nós estávamos a procura de um profissional e assim nao teriamos trabalho e nem dor de cabeça com o que se preocupar. No final das contas, tivemos um pouquinho de estresse com isso e só efetuamos o trabalho com uma terceira pessoa que procuramos.

1) Recebemos um panfleto aqui na caixa de correios de um contador oferecendo seus serviços, que mora no prédio ao lado do nosso. Preço para casal : 75$. Pensamos, preço bom, perto de casa e o cara é profissional, vamos fazer com ele. Marcamos o rendez-vous e levamos as papeladas com o que já tinhamos nos informado do que seria preciso (comprovantes de renda, comprovantes de recebimento de bolsas de estudos, notas fiscais da compra dos passes mensais de ônibus, ...). Fomos bem recebidos por um senhor que usava anel de contador e aparentemente era aposentado e que eu acho q este tipo de trabalho agora pra ele é um hobby nesta época do ano. O senhorzinho nao conseguia entender direito o nosso francês com sotaque e ainda tinha uma deficiência auditiva. Percebi isso logo de cara quando ele falava com o Rogério. Como eu estava ao lado dele, repetia as frases mais alto e mais devagar pra ele entender... Seria trágico se nao fosse cômico. hihihi.  Até entao tudo bem, se nao fosse o fato de ter ficado visível que apesar de toda a experiência que ele com certeza deve ter como contador, nao tinha nenhuma experiência em fazer declaraçoes de imigrantes. Mas nao tínhamos como falar, olha me devolve tudo aqui pq o senhor nao sabe de nada e vou procurar outra pessoa. Deixamos os nossos documentos lá na casa dele e ficamos de retornar com uma declaraçao de renda do Rogério que ele esqueceu de levar. Saímos de lá pensando « Q m..! E agora? » Mas tentei confortar a mim e  o Rogério pensando o seguinte «ele é profissional, é ele que vai assinar se algo der é errado é ele que será prejudicado, e tb acredito que ele nao sabe fazer mas vai se informar como... » Enquanto isso, fiquei a semana tentando achar uma desculpa plausível e delicada para nao fazer a declaraçao com aquele senhor, até o dia que resolvi ligar e avisar que o Rogério ia lá levar o documento que faltava. Entao, o senhorzinho, me pediu desculpas, disse que nao sabia fazer a nossa declaraçao e que nós deveríamos procurar uma pessoa que sabia fazer declaraçao de imigrantes. Ufa! Meu Deus, muito obrigada! Nao precisamos dizer nada, pegamos os doc's ele se desculpou e nós agradecemos a sua atençao. Tudo em paz.

2) Fomos à um escritório da H&R Block, no shopping Laurier. Nao recomendo! De todas as pessoas que conheci até agora que foram lá, apenas um casal nao teve problemas ou nao tem do que reclamarem.
Resumindo : quase 1 hora pra preencher os formulários e alguns problemas com informaçoes do meu formulário que o computador avisava que tinha alguma coisa errada. (Hum.. n°1). Perguntou se pagávamos plano de saúde privado, dissemos que sim, um serviço contratado do Brasil no ano passado. Perguntou se tínhamos os comprovantes e o Rogério disse que sim, mas tinha deixado em casa. Entao ele falou que iria colocar lá e se desse algum problema poderíamos resolver depois (Hum.. n°2). Enfim, ele nos explicou a declaraçao. Perguntei se teria uma cópia de tudo ele disse que só do resumo.(Hum.. n°3). O valor inicial do serviço seria de 90$ para o casal, depois de 1 hora de atendimento o carinha falou que nao considerava a gente como estudante e que teria que cobrar 75$ para cada um mais taxas. Como assim, nao éramos estudantes? (Hum.. n°4)  Comecei com os meus primeiros questionamentos, mas o Roger estava preocupado com o prazo e decidiu aceitar, mas eu ainda nao tinha engolido aquela bem conhecida fala de 171. O carinha falou para a gente efetutar o pagamento do serviço no caixa enquanto ele fazia as impressoes, já q a primeira declaraçao aqui deve ser obrigatoriamente enviada por correio. Saímos da salinha, o Rogério foi pagar o serviço em débito automático.  Voltamos para a salinha. «Temos um problema com a declaraçao da Madame, tive que mudar alguns valores aqui pra ficar correto» (Hum?! n°5). Após alguns segundos de reflexao pensei : se estivesse no Brasil e fosse atendida por alguém assim, ainda por cima com um serviço que nao me dá confiança eu aceitaria? Nao!!!! Entao, porque que vou aceitar aqui? Só pq sou imigrante e pq ele é canadense? Nao!!! «O Senhor me desculpe, mas eu quero cancelar tudo!» O carinha olhou pra mim e achou q eu nao ia até o fim com essa frase. Tentou me convencer, me intimidar e até me ironizar por causa disso. A partir daí eu já tinha mais do que decidido cancelar o serviço, principalmente pelas atitudes deles. Ele olhava para o Rogério tentando explicar os ítens da planilha e disse ainda «a sua esposa nao está interessada que eu explique eu acho que ela nao está entendo...».  Me viro pra ele e completo «e o senhor entendeu quando eu disse que eu quero cancelar?», «sim, mas vc deveria ter me dito isso mais cedo.»,  «sim, mas vc tb deveria ter me dito mais cedo o preço do serviço e ao menos o valor correto das declaraçoes e restituiçoes.» Ele ficou visivelmente nervoso e eu visivilmente irritada. O Rogério começou a conversar comigo em português, quando terminamos ele olhou pra gente e perguntou tipo e aí? Fiquei mais puta ainda! E aí o q?! A sensaçao que tive foi que ele achou q eu era o impassae da situaçao ali e que o Rogério estava tentando me convencer a aceitar. «sim, terminamos nossa conversa e estamos esperando o senhor anular o pagamento e me devolver os documentos.» Gente, se tem uma coisa que nao admito é ser desrespeitada, nao aceitava isso nem no Brasil, e continuo nao aceito em lugar nenhum nem aqui no Canadá. De fato, ele nao era um bom profissional pq se fosse, teria sido ao menos gentil e educado o que faria com que eu pagasse o valor que fosse pelo trabalho deles, apesar de meus receios.
Entao, ele ainda tentou fazer algumas pressoes psicológicas com a gente, eu tentando me manter calma depois de ter discutido com ele dentro do escritório.
Chamou o gerente que disse, que nao tinha como cancelar o pagamento que foi por meio eletrônico, mas que se desse algum problema a empresa seria a responsável. Perguntei se ele tinha alguma sugestao do que deveríamos fazer. Ele disse que éramos para assinar as declaraçoes, postar no correio e ir pra casa. hahaha Q idiota! Gente, fala sério, será que ele acha que no Brasil só existe a floresta amazônica e que eu era uma índia branca mumificada desde a época da colonizaçao?!! «Entao o senhor está me dizendo que nao pode cancelar o pagamento? Eu conheço muito bem essas maquininhas e o sistema e sei q isso é possível.» (Mentira, nao conheço nada. Mas sei que é possível!). «Nao, madame, só lhe digo que nao posso te devolver o dinheiro agora pq temos que efetuar o cancelamento do pagamento com a operadora» Haaaaaa..... Ok. Aceito receber o dinheiro depois e receber meus doc's agora. E de fato recebi alguns dias depois mesmo em cheque, pelo correio. Bem, saí de lá p da vida e obviamente depois desabei a chorar. O Rogério foi trabalhar e eu fui desabafar (falar pelos cotovelos) com um amigo que trabalha num café no mesmo shopping. Nessas horas os amigos aqui sao importantes mesmo, ele foi nao só ouvidos como me indicou uma terceira pessoa com quem ele fez.

3) Cobrou 25$ o casal, vinha em casa, mas nao assinava as declaraçoes, ou seja, nao se responsabilizava. No primeiro rendez-vous ele nos deu um bolo, mas como eu estava em semana de provas e com menos de 1 semana pra resolver isso ligamos de novo. Entao, ele se justificou pela ausência e apareceu aqui em casa no dia seguinte. Levou 15 minutos! Com perguntas, pedidos e conferências de doc's. Ficou de retornar em 2 dias com os formulários preenchidos. Voltou! Super organizado e muito profissional, embora nao fosse contador. Com os papéis todos separados, nos deu uma cópia completa de todas as declaraçoes e me explicou os ítens principais. Contei brevemente minha saga para ele sobre a H&R Block, o québécois disse, «nao ... eles sobrecarregam demais as pessoas com preços às vezes abusivos...».

Enfim, no ano que vem farei eu mesmo as declaraçoes ou em último caso irei procurar este úlltimo carinha.

Bom, ainda bem que ainda acredito que no final tudo sempre dá certo mesmo! hehehe

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Français Langue Étrangère - ULaval

Fim do meu curso de francês na Universidade Laval. Após 4 intensos meses de curso, muitos trabalhos, provas e stresses, chegou ao fim a sessao de inverno e tb o meu curso. Boa a sensaçao de alívio por nao ter mais a obrigaçao de estudar e fazer trabalhos, ao mesmo tempo que vem uma nostalgia de pensar que acabou. Como a maior parte dos alunos nao sao imigrantes, eles retornaram para as suas regioes ou países e vao aproveitar bem as férias e o verao que se aproxima. Outros, vao continuar a estudar na sessao de verao ou retornarao na sessao de outono.
Hoje tava pensando que até o momento a melhor coisa que eu fiz foi ter me inscrito neste curso. Aproveitei muito bem esses meses em todos os sentidos. Conheci a universidade, tirei proveito dos seus espaços como biblioteca, centro esportivo, academia, além de ter percebido a dinâmica, metodologia de ensino e o ritmo de estudos daqui. Ao contrário do que eu presenciava nas universidades do Brasil, vi que professor se dedica mesmo em tempo integral as suas disciplinas e por isso exigem tanto dos alunos tb. O que eu achei interessante foram os diversos trabalhos e testes que nos eram solicitados e o fato deles nao se preocuparem que teriam que corrigir um monte de coisa depois. Sem contar a disponibilidade para atendimento aos alunos nas salas deles.
Todas as turmas e níveis do curso de Francês Lingua Estrangeira (FLE) podíam contar ainda com as animatrices, que eram encarregadas de deixar o curso menos «pesado». Elas tinham uma salinha super frequentada para tirar dúvidas dos alunos, ajudar nos trabalhos, papear e tomar café com muffin... hehehe Ha... nao posso esquecer das atividades externas que elas promoviam, tinha até um jornalzinho para nos manter informados do que iria rolar semanalmente.  Com uma galerinha estive presente na abertura do Hôtel de Glace, Musée National des Beaux-Arts du Québec, Village Vacances Valcartier, Partida de Hockey no Colisée PEPSI e na soirée de fin de sessao no restaurante Cosmos na Grande Allée.

Já fica a saudade...

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Québec, ville la plus sécuritaire au pays!

Par Éric ThIBAULT
06/04/2010

« Québec trône au sommet des villes les plus sécuritaires au pays pour y élever une famille.
C’est ce que révèle l’étude « Les enfants et les jeunes victimes de crimes violents déclarés par la police en 2008 » de Statistique Canada (Centre canadien de la statistique juridique), dévoilée cette semaine et dont Le Journal de Québec a obtenu copie.
Cette compilation de données provenant de 155 corps policiers à travers le Canada montre que les jeunes vivant à Québec sont moins souvent la cible de violence, parmi les dix villes canadiennes comptant une population supérieure à 500 000 habitants.
En tout, 866 mineurs ont rapporté à la police qu’ils avaient été victimes d’un crime violent dans la capitale, pour un taux de 657 victimes par tranche de 100 000 habitants. Une proportion largement inférieure à la moyenne de la province (14 630 crimes commis contre des jeunes, pour un taux de 970 par 100 000 habitants) et à celle du pays (75 333 crimes, pour un taux de 1 111).
Les villes d’Ottawa (taux de 672), de Calgary (672) et de Kitchener (837) suivent Québec au chapitre des grands centres les plus sécuritaires pour les jeunes.

Montréal, derrière Toronto
Avec un peu plus de 9 mineurs sur 1 000 qui ont subi de la violence (un total de 7 058 victimes, soit 927 par tranche de 100 000 habitants), Montréal se retrouve au milieu du peloton, tout juste derrière Toronto (9 472 victimes, pour un taux de 890).
Les quatre grandes villes canadiennes où les jeunes ont subi le plus de crimes violents sont, dans l’ordre, Hamilton, Winni­peg, Edmonton et Vancouver.
Et la « pire » province à ce chapitre est la Saskatchewan (2 136 crimes par 100 000 ­habitants).
Même en ajoutant les 22 villes du pays comptant une population entre 100 000 et 500 000 habitants, Québec occupe toujours le haut du pavé. Seule la ville ontarienne de Guelph (taux de 655) dénombre moins de jeunes victimes.
Sherbrooke (272 crimes au total, soit une proportion de 760 par 100 000 habitants) fait aussi bonne figure au troisième rang du palmarès. »

Fonte : http://lejournaldequebec.canoe.ca/journaldequebec/actualites/quebec/archives/2010/04/20100405-202510.html

« Dans l’ensemble, les chiffres ailleurs ne sont pas très élevés, ce sont ceux à Québec qui sont exceptionnels », a observé M. Labeaume, en faisant ­remarquer que « Québec est la deuxième ville la plus âgée au Canada, ce qui a ­sûrement un effet sur ces résultats ».
Le maire y voit un bon argument pour attirer des jeunes couples de professionnels à Québec pour y fonder une famille.

Fonte : http://lejournaldequebec.canoe.ca/journaldequebec/actualites/quebec/archives/2010/04/20100405-201735.html