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sábado, 20 de novembro de 2010

C'est une maladie

Ha algumas semanas começaram as campanhas de conscientizaçao sobre a depressao, que pelo visto fazem sempre nesta mesma época do ano. Tentam alertar as pessoas dos sintomas, sensibilizar os proximos, nos alertam do que é preciso fazer e até dos habitos e alimentos que ajudam a evitar, ja que em muitos casos é sazional mesmo, da época do inverno. Dia desses vi uma plaquinha na rua que a traduçao dizia "Neste inverno nao faça como os ursos, nao iberne!", porque ibernar é algo tentador mesmo. Tem começado a escurecer cada vez mais cedo, agora por volta das 16hs e o corpo sente essa diferença, mais sono, mais cansaço e menos vontade de sair de casa. Pior mesmo fica la pra fevereiro e março quando os indices de suicidios aumentam. Ja ouvi dizer que em Montréal o que tem de gente que se joga na linha do metrô, triste... Inclusive tem uma ponte la que em 2004 foi construida uma "barreira contra o suicidio"devido ao grande numero de pessoas que se jogavam de la.
O Québec tem o maior indice de suicidio do Canada, nao é a toa que levam a sério essa questao, que no Brasil infelizmente ainda é vista como "frescura". 

Segue uma das propagandas que eu gosto muito.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Ginecologista

Oi, pessoal! Este post já pelo título indica que é mais direcionado às mulheres, entao vamos lá!
Quando a gente sai do Brasil procura fazer todos os exames possíveis e impossíveis pensando em nao só se prevenir mas tb com um poquinho de medo do sistema de saúde québécois que alguns contam verdadeiros horrores sobre. No entanto, cedo ou tarde a gente acaba tendo que conhecer e se habituar com a rotina do sistema de saúde daqui, que eu pelo menos tenho tido boas experiências até o momento, embora nunca tenha precisado de uma emergência.  Em outro post eu conto como foi a minha outra experiência com um especialista já que se tratou de exames oftalmológicos.

Queria muito ir ao ginecologista para fazer os exames anuais de rotina e para que ele me receitasse um novo anticoncepcional, já que os que eu trouxe do Brasil acabaram e aqui a gente só pode comprar com receita.

Para conseguir a consulta:
Perto de casa tem uma clínica que atende com ou sem rendez-vous (agendamento). Liguei e perguntei se poderia agendar uma consulta mesmo sem ter médico de família (nao posso falar bem ou mal sobre, porque até agora nao precisei de um e nem cheguei a tentar ter um). A atendente disse que para ginecologista eu nao precisava de médico de familia, mas que eles nao tinham mais esta especialidade disponivel lá na clínica e me deu 2 outros telefones de contato de outras clínicas para eu verificar.
Ambas as clínicas sao mais distantes de Sainte-Foy, de ônibus levam cerca de 1h30/2hs para chegar, mas de carro ridiculamente 25 minutos, no máximo! Escolhi a mais perto e liguei. Reforcei que nao tinha médico de familia pra nao ter nenhum equívoco, novamente me foi confirmado que eu nao precisava, perguntou se eu tinha a carte d'assurance maladie (p/ quem nao sabe, é o cartao que dá direito a acessar o sistema de saúde do Québec gratuitamente, só para residentes da província, já que para outros os serviços nao sao gratuitos). Consulta agendada com quase 3 meses de antecedência! Antes disso nao tinha mais vaga. Até entao tudo bem, com a minha médica preferida no Brasil eu tb tinha que agendar com uns 3 meses de antecedência para conseguir uma vaga, isto com plano de saúde. Bem, como vcs viram foi bem fácil conseguir um atendimento agora bastava saber como seria o atendimento, que acabou sendo antecipado em 2 semanas por solicitaçao da clínica.

Dia da consulta:
Cheguei na clínica 5 minutos antes do horário marcado. Clínica grande, dentro de uma galeria comercial no estilo dos shopping que tem por aqui. A surpresa ficou pela quantidade de pessoas na sala de espera. Crianças, idosos, mulheres... mais de 30 pessoas aguardando sentadas nas cadeirinhas. Muitas salas de atendimento, tudo limpo, arrumado, organizado como qualquer grande clínica particular no Brasil. Por um instante, achei que iria mofar ali devido a quantidade de pessoas que vi, mas depois percebi que eles fazem atendimento às diversas especialidades e também atendimentos sem rendez-vous e por isso estava muito cheio. Fui direto ao balcao de recepçao, informei o horário da minha consulta, meus dados e mostrei a Carte d'assurance maladie. Sentei na cadeirinha pra aguardar minha vez e tcham! Fui chamada no autofalante pelo médico na hora exata em que marquei a consulta. Nao esperei nem 3 minutos sequer!
O atendimento em si nao durou mais que 15 minutos, com as questoes normais e exames habituais que fazemos no Brasil, mas nada de ultrassonografia. O médico falava muito rápido, deixando bem evidente que estava com pressa, mas nem por isso deixou de ser atencioso e simpático. Respondia todas as minhas questoes e ainda me fazia outras milhares sobre o Brasil e o Rio de Janeiro. rsrsrsrs. Disse que o laboratório só iria me ligar para dar o resultado dos exames caso desse algum problema neles. Medonho!! hihihi. Disse também que fora isso eu deveria voltar no prazo de 1 ano para fazer as consultas e exames de rotina anual e que quando eu quizer engravidar para voltar e avisar que eles fariam exames mais detalhados, fora isso, só mesmo os exames de rotina.

Na farmácia:
Fui comprar o remédio na farmácia e estranhei o fato deles ficarem com  a minha receita. Questionei como eu faria pra comprar mais nos próximos meses. A atendente disse que a partir daquele momento eu seria cadastrada no sistema e nao precisaria mais da receita, bastava eu fornecer meus dados que eles iriam verifar antes de vender o medicamento prescrito. Eita, micao da Madame aqui no primeiro mundo! hehehe Logo depois que paguei quem me entregou a caixinha de remédio foi a própria farmacêutica que explicou como tomar (como se eu nao soubesse, mas nao poderia cortar o barato do atendimento), os efeitos colaterais e ainda fez questao de se certificar que eu nao tinha nenhuma questao.

Sobre o meu ponto de vista:
Sabemos da escassez da mao de obra na área da saúde aqui, aliada a toda burocracia das ordens profissionais que impedem os imigrantes de trabalharem e melhorarem a situaçao deles e da populaçao. No entanto, tirando os pbs com as ordens profissionais, ainda tenho admiraçao ao sistema de saúde do Québec. Considerando minhas humildes avaliaçoes e críticas pessoais baseadas em experiências no Brasil e no que eu acredito, por isso fiz uma avaliaçao positiva deste atendimento. Tive um atendimento gratuito, respeitoso, competente e que correspondeu as minhas expectativas, entao... até aqui tudo bem.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Vacinados!

Olá, pessoal!!! Viemos aqui pra dizer que finalmente estamos devidamente vacinados contra a gripe suína (H1N1). Desde que começou a campanha já tínhamos decididos que iríamos tomar a vacina, mas por enrolação nossa, coisa de brasileiro, acabamos deixando pra última semana. Apesar da fila, não levamos mais de 10 minutos de espera e a qualidade e organização do atendimento também não deixou a desejar. Não tivemos nenhuma reação à vacina, como febre ou dor de cabeça, mas como a maioria não escapamos de dor no braço durante os 3 primeiros dias.
Agora estamos mais tranquilos, principalmente pelo Rogério que desde novembro está trabalhando num restaurante de abrigos de idosos e já apareceu alguns casos da gripe por lá. Nada grave, os cuidados necessários estão sendo tomados.
A campanha que se iniciou em novembro deste ano definindo grupos de prioridades, no início foi um tanto polêmica por aqui, por conta das testagens da vacina que diziam não ter sido suficientes e também por causa dos seus componentes. O governo tinha previsto cerca de 8.000 óbitos no próximo inverno caso não tivesse a vacinação e resolveu não correr risco e vacinar todo mundo. Me senti "na revolta da vacina" rsrsrsrs apesar dela não ter sido obrigatória... Muitas pessoas optaram por não se vacinar. Várias foram as teorias de conspiração, como um homicídio em massa por exemplo. As reportagens e pesquisas publicadas por alguns especialistas que eram contra a vacinação realmente acabava nos deixando assustados e receosos. Porém, eu não acredito que o governo arriscaria com uma vacina que poderia trazer mais danos=gastos do que a própria gripe suína. Hoje se tem um pouco mais de 50% de pessoas vacinadas e eles avaliam que a campanha foi bem sucedida, além disso, o número de casos este mês está bem abaixo do esperado graças a vacinação.
Se fala em mais de 10.000 óbitos em todo o mundo por causa da pandemia. Com este número, espero que a vacina seja logo disponível para todos os países.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Seguro Saúde

Sabemos que para os 3 primeiros meses no Canadá tinhamos que contratar um seguro saúde daqui do Brasil, porque só depois deste período é que teremos direito a assistência gratuita por lá. Após termos pesquisado o seguro da GTA e o do Banco Itaú, optamos pelo Seguro Saúde do cartão de crédito da American Express. rsrsrs Apesar de não termos comprado as passagens por este cartão conseguimos realizar a seguinte cobertura:

- Período de cobertura do seguro: 90 dias

- Valor máximo de custo pago pelo seguro para cada um:
Gasto hospitalar: R$ 50.000
Farmácia e odontologia: R$ 2.000
Perda de bagagem não comprovada (nos pagam este valor se acharem ou não depois a bagagem): R$ 1.500
Perda de bagagem comprovada (nos pagam este valor se a bagagem não for achada): R$ 5.250
Perda de conexão: R$ 500,00
Assistência jurídica: R$ 14.000
Morte acidental: R$ 20.000

- Custo total do seguro para o casal: R$ 329,84

Tel para contato: 55 11 4331-5290

sábado, 2 de maio de 2009

Grippe H1N1 (suína) - Un plan d'action à Québec

Mise à jour le vendredi 1 mai 2009, 16 h 59 .

"C'est maintenant au tour de la capitale nationale de se préparer en vue d'une pandémie de grippe H1N1.

L'Agence de santé et de services sociaux de la Capitale-Nationale a mis sur pied un centre de coordination pour faire face à une éventuelle pandémie de grippe H1N1. Les responsables du service de la Sécurité civile se réunissent également vendredi pour en discuter.

L'administration municipale doit aussi se pencher sur un plan d'action afin de lutter contre le virus en cas de pandémie.

Même si jusqu'à maintenant aucune mesure spéciale n'a été mise de l'avant à la Ville de Québec, l'administration municipale confirme tout de même travailler à la création d'un plan d'action.

En cas de pandémie qui pourrait toucher les employés de la Ville, cette dernière souhaite s'assurer d'avoir assez d'effectifs pour continuer de rendre les services essentiels, indique François Moisan, responsable des communications à la Ville de Québec. « L'eau potable, il faut continuer à la livrer aux résidences, il faut continuer à ramasser les ordures, il faut continuer à assurer la sécurité publique, donc police, pompier. Donc, ça peut demander beaucoup du transfert d'employés, de s'assurer qu'on ait assez d'effectifs pour rendre les services essentiels », précise-t-il.

La Ville de Québec entend s'inspirer du plan élaboré il y a quelques années devant la menace de la grippe aviaire et du syndrome respiratoire aigu sévère (SRAS).

Par ailleurs, tous les employés municipaux seront avisés par écrit des mesures préventives de base, par exemple se laver les mains régulièrement ou rester à la maison en cas de symptômes de la grippe.

Les hôpitaux se tiennent prêts
Par ailleurs, de nouvelles mesures sont mises en place notamment au CHUL, à Saint-François-d'Assise et à l'Hôtel-Dieu de Québec pour lutter contre la propagation de la grippe H1N1. Les patients qui s'y présentent et qui présentent des symptômes de grippe devront porter un masque. Les employés s'assureront par ailleurs que les visiteurs respectent les règles d'hygiène dès leur arrivée à l'hôpital. L'Agence de santé et des services sociaux se dit prête à accueillir le premier cas, s'il y en a un dans la région de Québec.

L'aéroport participe
Un premier vol en provenance du Mexique depuis la confirmation par l'OMS de l'imminence d'une pandémie est attendu à l'aéroport Jean-Lesage vendredi après-midi. Les passagers ont d'abord fait escale à Ottawa où des mesures ont été prises. Tous les passagers ont pu remonter à bord, puisqu'ils ne présentaient pas de symptômes de la grippe A.

À Québec, la direction de l'aéroport met à la disposition des voyageurs des masques de protection ainsi que du liquide antiseptique. Toutefois, ces mesures d'hygiène ne sont pas obligatoires.

Rappelons qu'un premier cas de grippe H1N1 a été recensé jeudi au Québec. Il s'agit d'un homme de la région de Montréal. Selon le Dr Alain Poirier, directeur national de la santé publique, l'individu est légèrement atteint et il a pu retourner chez lui."

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Gripe suína

26/04/2009 - 15:10
Canadá confirma primeiros casos de gripe suína

TORONTO (Reuters) - O Canadá divulgou os primeiros casos confirmados de gripe suína neste domingo em diferentes regiões do país, com dois casos na província de British Columbia, no oeste, e quatro na província de Nova Scotia, na costa do Atlântico.
Autoridades de saúde da província de Nova Scotia disseram que quatro casos entre estudantes que recentemente visitaram o México foram confirmados com testes em um laboratório nacional em Winnipeg.
"Estes casos são brandos. Ninguém em Nova Scotia foi hospitalizado devido à doença. Todos aqueles que foram afetados estão se recuperando. Até este momento, não vemos casos graves como aqueles no México", disse Robert Strang, autoridade-chefe de saúde pública da província de Nova Scotia.
"Foi adquirido no México, trazidos para casa e espalhado."
Um porta-voz do Centro para Controle de Doenças da província de British Columbia disse à Reuters que dois casos foram confirmados.

(Reportagem de Jeffrey Hodgson)